CURTAS & QUENTES

 

Confirmado: Felício Hamuth é o pré-candidato do PSDB a prefeito de São José dos Campos. Escolhido por aclamação, logo de início atacou o governo Carlinhos Almeida (PT) e disse que espera vencer a disputa ainda no primeiro turno. O tom da crítica antecipa a estratégia tucana para a corrida eleitoral. Não está perdendo tempo e deu início aos contatos com vereadores e líderes partidários com a finalidade de formar o arco de alianças para a disputa. E diz estar consciente que receberá a cidade numa condição deteriorada sob todos os aspectos, com o servidor desmotivado, a manutenção do município abandonada e a saúde pública sem efetividade. “Não queremos repetir o erro da atual administração: prometer demais, Entraremos na disputa com os pés no chão. Apresentaremos aquilo que é possível ser feito”, destacou. Filiado ao PSDB desde 1991, Ramuth participou das gestões dos ex-prefeitos tucanos Emanuel Fernandes e Eduardo Cury. Foi presidente da Urbanizadora Municipal (Urbam), secretário de Transportes e assessor de Planejamento em Comunicação. É importante recordar que o Emanuel Fernandes surgiu do nada como um mero desconhecido, foi eleito, conseguiu se reeleger e elegeu o seu sucessor Eduardo Cury, outro desconhecido. Agora lançando o Felício Ramuth outro desconhecido, mas tem experiência na administração pública, além de ser um empresário bem sucedido.


Plano Diretor. A discussão do texto que irá revisar o Plano Diretor de São José dos Campos depende apenas do aval do prefeito Carlinhos Almeida (PT), para ser iniciada. O governo prepara a realização de oficinas e audiências para debater o tema com a população. O Plano, aprovado em agosto de 2006, precisa ser revisado pela prefeitura a cada dez anos.  O debate começa em meio à polêmica em torno da nova Lei de Zoneamento, em tramitação na Câmara desde outubro do ano passado. Ao anunciar o início da discussão do Plano, o governo tenta esvaziar o principal argumento da Defensoria Pública contra o novo zoneamento: o de que é preciso primeiro aprovar o Plano Diretor de Desenvolvimento.


De acordo com o secretário de Planejamento Urbano, Pedro Ribeiro, a revisão do Plano foi iniciada no começo desta administração. A proposta, que em breve se tornará pública, tem como base o projeto da nova Lei de Zoneamento e o Plano de Mobilidade Urbana, enviados ao Legislativo em 2015. "Inclusive, a nova Lei de Zoneamento é fruto desses estudos. Ela saiu antes [do Plano Diretor] por uma necessidade. A prefeitura tem até outubro deste ano para revisar o Plano. Mas não estamos muito preocupados, porque a principal peça está pronta. É resultado de um trabalho intersecretarias. Aguardamos a aprovação para começar a discussão pública", afirma o secretário.


O defensor público Jairo Salvador de Souza afirmou que o início do debate está atrasado. Segundo ele, a prefeitura já deveria ter começado a fazer oficinas para montar um pré-diagnóstico. Além dos estudos da nova Lei de Zoneamento e do Plano de Mobilidade, é necessário fazer outros levantamentos mais específicos. "Só foi feito um estudo de microclima urbano, por exemplo. É preciso aprofundar muito mais. A Defensoria Pública vai acompanhar de perto o debate sobre o Plano Diretor", afirmou o defensor.


PSD desponta como principal aliado de Carlinhos na base de sustentação. O PSD, partido comandado pelo ministro das Cidades Gilberto Kassab, desponta como o principal aliado do prefeito Carlinhos Almeida (PT) na campanha eleitoral deste ano. A sigla substitui o PMDB, que está de saída do governo para lançar candidatura própria ao Paço. A legenda de Kassab, que detém a terceira maior fatia do tempo de televisão, ocupa desde o ano passado postos de destaque na administração. O chefe de gabinete da prefeitura, Jorley do Amaral, está de saída do DEM para o PSD. O mesmo acontece com o líder do governo na Câmara, Macedo Bastos (DEM), de malas prontas para a sigla. A vereadora Renata Paiva (DEM) seguirá este mesmo caminho até o fim de março. Hoje, o PSD já participa do governo com o secretário de Esportes, José Luís Nunes. Nos bastidores, a legenda é a mais cotada para indicar o candidato a vice-prefeito na chapa de Carlinhos Almeida.


O Centrão até o momento continua com as duas opções para a disputa ao Paço Municipal: Shakespeare Carvalho (PRB) e Claude Mary (PV) e não tem pressa de definir o candidato. O PMDB rompido com o PT, também deve lançar candidato próprio, o pré-candidato é Sebastião Cavali, atual secretário de Desenvolvimento Econômico do prefeito Carlinhos, que pediu a exoneração do cargo antes do prazo estipulado pelo TSE. Nesse caso, o Itamar Cóppio poderá lançar a sua candidatura a vereador para alavancar o partido, e de conseqüência, eleger uma boa bancada na Câmara Municipal.


Mudança de regra pode excluir partidos de eleição municipal. Uma resolução da Justiça Eleitoral vai obrigar partidos políticos formarem diretórios se quiserem lançar candidato a prefeito ou participarem de alianças na eleição de outubro. Em São José, de 29 siglas, apenas oito preenchem os requisitos do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). As demais são comandadas por comissão provisória, sem uma direção eleita pelo grupo de filiados. A resolução da Justiça, publicada em dezembro do ano passado, afetaria diretamente as candidaturas de três prováveis concorrentes ao Paço, em São José: Shakespeare Carvalho (PRB), Claude Mary de Moura (PV) e Luiz Mota (Pros). Este último, embora esteja no Pros, deve entrar na disputa pelo PSC. Não dá para acreditar que partidos como o DEM, PTB, entre outros ainda não têm um diretório formado na cidade. Apenas oito partidos cumprem a determinação da Justiça: PCdoB, PMDB, PPS, PSDB, PSOL, PSTU, PT e Solidariedade.


Até a próxima edição!

 

 

O primeiro-ministro russo, Dmitri Medvedev, acredita que uma ofensiva terrestre na Síria pode resultar em “uma nova guerra mundial”. O alerta foi dado durante entrevista concedida ao jornal alemão Handelsblatt.
É um grande contraste com o anúncio de “cessar de hostilidades”, feito pelo secretário de Estado americano John Kerry. Essa foi a decisão do Grupo Internacional de Apoio à Síria – do qual participam Estados Unidos, Rússia, União Europeia, Turquia, Irã e Arábia Saudita – reunidos na Alemanha esta semana. Porém, não se aplica à luta contra grupos islâmicos jihadistas como o Estado Islâmico e a Frente al-Nusra, segundo a BBC.
Analistas militares têm dito que as forças pró-governo, lideradas pelos russos, planejam uma invasão terrestre. Por outro lado, as tropas lideradas pelos Estados Unidos desejam a derrubada do presidente Bashar Al Assad antes do fim do seu mandato.
“As ofensivas terrestres geralmente resultam em uma guerra que acaba sendo permanente”, advertiu Medvedev. Ele pediu que “todas as partes devem sentar-se à mesa de negociações ao invés de desencadear uma nova guerra mundial”.
Em tom de ameaça, disparou: “Os americanos e nossos parceiros árabes precisam pensar muito sobre isto. Eles querem uma guerra permanente?”. Em seguida, justificou: “No mundo árabe… todo mundo combate todo mundo… Tudo é muito mais complicado. Pode levar anos ou décadas”.
Segundo a publicação do jornal Independent no sábado (13), a Arábia Saudita e a Turquia – ambos aliados dos EUA – estão prontos para iniciar a invasão por terra. Milhares de soldados e dezenas de caças estão a postos, anunciou o ministro do das Relações Exteriores da Turquia, Mevlut Cavusoglu. Ao mesmo tempo, Adel al-Jubeir, ministro das Relações Exteriores da Arábia Saudita, desafiou os russos, afirmando que eles não impedirão a destituição de Assad.
Não foi anunciada uma data, mas o jornal acredita que será dentro de pouco tempo. Enquanto líderes mundiais fazem uma “queda de braço militar”, o sociólogo argentino-americano Carlos Alberto Torres, faz uma análise sombria: “a terceira grande guerra mundial deve surgir nos próximos anos a partir de conflitos no Oriente Médio, provavelmente incitados por grupos terroristas como o ISIS, Boko Haram e Shabat… Há leituras islâmicas que apontam que essa confrontação está se dando entre o mal e o bem. O bem é o Islã e o mal é o ocidente”. Com informações de Daily Mail

 

 

 

   

Em um café da manhã com blogueiros, no Instituto Lula, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que “não tem uma viva alma mais honesta” do que ele no país. Na tentativa de defender-se dos escândalos de corrupção descobertos pela Operação Lava-Jato, Lula chegou a afirmar que nem na igreja católica, nem dentro da igreja evangélica existe alguém mais honesto que ele.
“Se tem uma coisa que eu me orgulho, neste país, é que não tem uma viva alma mais honesta do que eu. Nem dentro da Polícia Federal, nem dentro do Ministério Público, nem dentro da igreja católica, nem dentro da igreja evangélica. Pode ter igual, mas eu duvido”, disse o ex-presidente.
A Operação Lava Jato é a maior investigação contra a corrupção já realizada no país e a quantidade de evidências de corrupção no entorno do ex-presidente, incluindo antigos aliados, tem sido escandalosas. Essas evidências levaram a prisão de José Dirceu, ex-ministro chefe da Casa Civil, e João Vacari Neto, ex-tesoureiro do partido de Lula.
Durante a entrevista o ex-presidente Lula também defendeu o governo da presidente Dilma Rousseff, afirmando que poucas vezes o país teve alguém com a dignidade dela. “Dilma sabe que tem três anos de mandato. E tem que decidir como quer deixar o país quando entregar esse mandato. Podem discordar, mas poucas vezes o país teve alguém com a dignidade dela”, disse.
Lula ainda ameaçou a imprensa, sugerindo que vai processar jornalistas. O ex-presidente disse que contratou advogados para processar jornalistas, pois segundo ele existem mentiras na informação e isso não é admissível.
“Comecei a processar jornalistas. […] Vou começar a processar jornalista para ver se a gente recupera a dignidade da categoria e as pessoas verem que, quando escrevem alguma coisa prejudicando alguém, aquilo tem consequência. Contratei o Nilo Batista. Daqui pra frente, vou processar todo mundo, criminalmente, cível, sei lá. Pra ver se a gente consegue colocar um pouco de ordem na casa”, afirmou o ex-presidente.
O ex-presidente também defendeu que o povo seja mais otimista. Apesar do Partido dos Trabalhadores ser responsável por mergulhar o país em uma crise inédita, Lula acredita que as pessoas precisam melhorar o humor e “deixar o ódio embaixo do tapete”.
“Nós vamos voltar a crescer, a gerar emprego e esperança. O povo tem que acreditar que amanhã será melhor e que nem tudo é o síndico que resolve. De vez em quando é preciso fazer algo”, disse.

 

 

 

 
   

A Câmara Municipal de Goiânia rejeitou o pedido do vereador Divino Rodrigues (Pros) de homenagear o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) com o título de cidadão goiano.
A proposta foi apresentada em setembro e votada na última quinta-feira (17), quando os vereadores decidiram por não homenageá-lo. Foram 18 votos a favor e cinco contrários, para entregar o título de cidadania da cidade a uma personalidade é preciso ter 24 votos.
Ao votar contra, o vereador Djalma Araújo (Rede) disse que Feliciano não pode ser homenageado por ser contra os direitos humanos.
“O artigo 5º da Constituição é claro: todos são iguais perante à lei, sem distinção de qualquer natureza. Mas ele fazia questão de dizer que somos diferentes. Para a lei, garanto, que todos devem ser considerados iguais. O povo do Brasil quis assim e assim será”, afirmou.
Outros vereadores foram ainda foram mais críticos ao deputado federal, alguns chegaram a chamá-lo de fundamentalista e homofóbico. Entre os vereadores que votaram contra o pedido ainda temos: Carlos Soares (PT), Elias Vaz (PSB), Clécio Alves (PMDB) e Jorge

 
   
 
 
 
   

Os deputados da Comissão de Educação e Cultura do Estado de São Paulo aprovaram na semana passada o parecer do  Projeto de Lei 1.018/2015 que institui o Dia do Pastor.
O projeto é de autoria do deputado Cezinha de Madureira (DEM) e pretende instituir a data em homenagem aos pastores, passando a comemorar o Dia do Pastor anualmente no segundo domingo do mês de junho.
“Não podemos nos esquecer do papel importante do Pastor Evangélico, que não se trata de um profissional evangelista, mas sim de um oficio de um sacerdócio”, diz a justificativa do projeto.
A Comissão o PL foi aprovado de forma conclusiva e não irá passar pelo Plenário da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) para votação, será enviada diretamente para a sanção do governador Geraldo Alckmin.
Se for sancionada, a lei passa a valer no ano de 2016 em todo o Estado. “A lei fará justiça a milhares de pastores e pastoras de todo o Estado de São Paulo, que dedicam a vida a igreja”, afirma Cezinha de Madureira, ligado à Igreja Assembleia de Deus do Brás.
O parlamentar ainda agradeceu aos deputados da comissão que entenderam a importância de seu projeto. “Tenham a certeza de que cada um de vocês que ajudaram a aprovar o projeto estão ajudando na missão da evangelização, que considero vital para qualquer sociedade”.