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COMUNIDADE NO EVANGELISMO

“…Jamais vimos coisa assim!” (Mc 2.12).

Quanto vale uma vida para você? O que está disposto a fazer para que uma pessoa conheça e se renda a Jesus? Quando nossa querida igreja completou cem anos ficamos conhecendo várias histórias de nossos pais, a bravura no evangelismo mesmo com oposição; a coragem apesar das perseguições; a sabedoria apesar do pouco recurso; a prioridade do uso do tempo apesar do cansaço; as viagens em lombos de animais ou em cima de caminhões sem reclamação alguma. Histórias que certamente um dia leremos em Atos 29. Aqueles homens e mulheres nos parecem ser constituídos de outro material. Como era possível fazer o que fizeram com tão poucos recursos. Como conseguiram manter os filhos tão envolvidos na obra se não ofereciam ‘recompensas’ como atrativos?  Só havia uma prioridade em suas ações; só tinham uma razão que os levava animados para a oração; só havia um motivo para fazerem visitas: tudo se resumia no Reino de Deus. Se era do interesse do reino, esse era o seu interesse. Se visava o crescimento e fortalecimento do reino tinha o investimento deles. Portanto, como ou por que “remover os marcos antigos que puseram nossos pais” (Pv 22.28). Precisamos isso sim, é de “lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras.” (Ap 3.5). O evangelista Marcos nos conta a experiência de quatro homens (Mc 2.1-12) que, ao saber da presença de Jesus em sua cidade, investiram alto para levar um coxo até onde Ele estava e pregava. Estes homens acreditaram que Jesus poderia mudar a situação crítica daquele coxo. Ao trazerem o homem numa maca até Jesus, eles esperaram que a multidão abrisse espaço que facilitasse o aceso do coxo na maca, mas naquele lugar cada um se preocupava apenas consigo mesmo. Aqueles homens não desistiram diante das barreiras, e elaboraram um plano inédito e corajoso: conduzir o coxo até Jesus através de uma abertura no teto. Esse investimento demandou deles muito esforço, harmonia e sincronia, pois com o mínimo erro deles o coxo cairia da maca e o milagre teria que ser duplo: ressuscitar e depois curar. Aquela ação audaciosa chamou a atenção de todos, uma vez que se tratava de um culto onde o pregador era o próprio Jesus. As atenções estavam todas centradas no que Jesus iria dizer ou fazer ao coxo, e ele surpreendeu a todos quando disse: “Filho, os teus pecados estão perdoados, […] levante-te, toma o teu leito e vai para casa” (Mc 2.5, 11). Esperava-se a cura direta ou até mesmo uma séria repreensão, afinal aqueles homens interromperam o ensino da Palavra pois podiam esperar o término do ensino.  Ninguém mesmo imaginou acontecer o que Jesus fez. Ele entrou com perdão para o coxo. Creio que a maior necessidade de todos homens seja exatamente essa. Precisamos de perdão mais do que de comida; nossa carência de perdão é maior do que de saúde.  Quando o Senhor Jesus disse que deveríamos perdoar a nosso irmão até “setenta vezes sete” (Mt 18.21) pelos pecados deles contra nós, isso nos dá uma ideia da seriedade do assunto. 1. Todo investimento para trazer alguém a Jesus é válido e será aceito por Ele. Mesmo que isso pareça interromper coisa mais séria ou que fira os olhos dos demais que se acham justos. As noventa e nove podem ficar no aprisco enquanto se investe na centésima; 2. Sempre haverá necessidade de nos juntarmos a outros para facilitar ou viabilizar trazer alguém a Jesus. O ajuntamento terá melhor resultado e será bem visto por Jesus.

Pr. Valdemberg Viana é presidente da Igreja Cristã Evangélica de São José dos Campos.