AR SECO É RISCO, ADVERTE OTORRINO

 

A umidade do ar abaixo dos 30%, índice mínimo considerado satisfatório pela Organização Mundial de Saúde (OMS), agrava os problemas respiratórios, como faringite, sinusite, amigdalite, otite, rinite e laringite, pois aumenta a concentração de poluentes na atmosfera. Sem as chuvas, o ar se torna seco, tornando-se até inadequado aos pulmões, o que pode acarretar dificuldades na respiração.
"O ideal é que o ar que respiramos chegue ao pulmão quente e úmido, pois isso melhora a oxigenação do sangue, melhorando também nossa disposição e a qualidade do sono”.

 

Ar seco diminui defesas
Essa condição climática é considerada atípica para esta época do ano, em que as chuvas são intensas por causa do forte calor. Sintomas como cansaço, fadiga e falta de ar são freqüentes e os mais prejudicados são idosos e as crianças. “O ar muito seco piora a qualidade do sono e diminui nossas defesas, facilitando o aparecimento de infecções nas vias respiratórias", afirma Dr. Heitor.Segundo previsão dos meteorologistas, as chuvas de março ficarão abaixo da média. São Paulo também registrou a maior temperatura do ano para esta época.
Precauções
De acordo com o médico, alguns procedimentos podem amenizar os efeitos do clima seco: 
Ingerir bastante líquido, mais de 2 litros por dia.
Lavar o nariz com soro fisiológico.
Evitar praticar esportes ao ar livre no período das 11 às 18h, horário que o clima é mais seco.
Umidificar o ambiente com vaporizadores ou recipientes com água.

Dr. Heitor Victor Vahia de Abreu Filho, CRM 61.465/SP, Praça Maurício Cury, 80 (Centro Médico Pronval) em São José dos Campos.

 

SINTOMAS DA PERDA AUDITIVA

FUNCIONAMENTO DO IMPLANTE COCLEAR
O implante coclear consiste em dois tipos de componentes, interno e externo. Para melhor compreensão será descrito separadamente.

Componente Interno:
O componente interno é inserido no ouvido interno através do ato cirúrgico e é composto por uma antena interna com um imã, um receptor estimulador e um cabo com filamento de múltiplos eletrodos envolvido por um tubo de silicone fino e flexível.

 
   


Componente Externo:
O componente externo é constituído por um microfone direcional, um processador de fala, uma antena transmissora e dois cabos.
A sensação auditiva ocorre em frações de segundos. Todo o processo inicia-se no momento em que o microfone presente no componente externo capta o sinal acústico e o transmite para o processador de fala, por meio de um cabo. O processador de fala seleciona e codifica os elementos da fala, que serão reenviados pelos cabos para a antena transmissora (um anel recoberto de plástico, com cerca de 3mm de diâmetro) onde será analisado e codificado em impulsos elétricos. Por meio de radiofreqüência, as informações são transmitidas através da pele (transcutaneamente), as quais serão captadas pelo receptor estimulador interno, que está sob a pele. O receptor estimulador contém um “chip” que converte os códigos em sinais eletrônicos e libera os impulsos elétricos para os eletrodos intracocleares específicos, programados separadamente para transmitir sinais elétricos, que variam em intensidade e freqüência, para fibras nervosas específicas nas várias regiões da cóclea. Após a interpretação da informação no cérebro, o usuário de Implante Coclear é capaz de experimentar sensação de audição.
Quanto maior o número de eletrodos implantados, melhores serão as possibilidades de percepção dos sons.

 
   

 

 

SINTOMAS DA PERDA AUDITIVA

Dificuldade para escutar em lugares em que as fontes de som estão distantes ( Ex.: teatros, cinemas, salas, de reuniões, palestras, etc.)

  • Dificuldade para escutar televisão ou telefone.
  • Dificuldade para entender a conversação em um grupo de pessoas.
  • “...Ouço, mas não entendo o que as pessoas falam...”, costuma ser uma queixa frequente.

Os indivíduos afetados por uma perda auditiva comumente desenvolvem formas para tentar ouvir melhor em situações difíceis. Estas formas incluem:

  • Pedir aos outros para repetir o que falaram.
  • Aumentar constantemente o volume da TV, rádio, etc...
  • Evitar reuniões sociais.
  • Fingir entender a mensagem recebida.

A perda de audição, quando não reparada, pode causar isolamento, sentimento de inferioridade, depressão e ansiedade, além de conflitos com as pessoas de seu convívio, seja pessoal ou profissional.

TIPOS DE PERDAS AUDITIVAS

PERDA AUDITIVA CONDUTIVA

  • Ocorre quando há algum tipo de lesão na orelha externa e/ou média

 

PERDA AUDITIVA NEUROSSENSORIAL

  • Ocorre quando há lesão na orelha interna, nas células ciliadas da cóclea ou no nervo auditivo.

 

PERDA AUDITIVA MISTA

  • Ocorre quando há lesão que se apresenta simultaneamente na cóclea e na orelha externa e/ou média.

 

PERDA AUDITIVA CENTRAL

  • Este tipo de deficiência auditiva não necessariamente apresenta – se com diminuição da sensibilidade auditiva, mas manifesta-se por dificuldade na compreensão dos sons. Os limiares auditivos estão normais, porém existe uma lesão nas vias auditivas superiores ( sistema nervoso central )

 

 

 

SINTOMAS DA PERDA AUDITIVA

Teste da orelhinha
Ouvir é um dos sintomas mais importantes do ser humano. É através da audição que a criança se situa no ambiente, pois é a partir dos sons que a circundam que ela sabe que a mãe está próxima, que está chovendo, etc.
O sentido da audição é fundamental para o desenvolvimento da fala e então a linguagem A comunicação é a habilidade que mais diferencia o homem dos demais seres vivos.
O estímulo auditivo se faz necessário desde que o bebê nasce!
Dessa forma, quanto antes se diagnosticar problemas de audição e tratá-los, melhor para o desenvolvimento da criança. E por isso é importante realizar o “teste da orelhinha”.
O Teste da Orelhinha é um teste simples, que tecnicamente se chama “Teste da presença de emissões otoacústicas”. Através dele pode-se saber se o bebê ouve, ainda que nos primeiros dias de vida.

 
   



É um exame rápido e sem desconforto.
No Brasil, por lei, todos os bebês devem ser submetidos a este exame, ainda na maternidade.
Alguns bebês apresentam riscos para perda auditiva. Destacam-se as seguintes situações:
outros casos de surdez na família prematuros baixo peso ao nascer uso de antibióticos ototóxicos e diuréticos no berçário infecções congênitas principalmente citomegalovirose e rubéola
Seu filho não passou no Teste da Orelhinha:
Se o bebê não passar no teste, ele deve ser encaminhado para avaliação otorrinolaringológica. Há situações onde o bebê não passa no teste e o bebê ter audição normal. Entretanto se confirmada a perda auditiva esta família deve ser orienta para iniciar a reabilitação auditiva.

Falsos positivos no Teste da Orelhinha:
Quando o bebê não passa no teste, mas tem audição normal. Esta condição é comum. A presença de líquido na orelha média, vernix caseoso no conduto auditivo e até mesmo cerúmen, podem levar a um resultado positivo. Ai está a importância da avaliação médica e do reteste do bebê. Muitas instituições complementam a avaliação com Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico Automático (PEATE automático), que é mais específico que o exame de emissões otoacústicas e em não se altera frente as condições acima.
Frente ao teste positivo, o bebê deve ser submetido a exames mais detalhados, como o PEATE diagnóstico, comumente conhecido como BERA. Este exame poderá nos dar informações valiosas sobre a audição do bebê, determinando se ele ouve ou não e até que intensidade sonora ele ouve (limiar auditivo).


Se confirmada a perda auditiva, o bebê deverá ser acompanhado pela equipe de otorrinolaringologistas e fonoaudiólogos que vão iniciar o processo de reabilitação auditiva.
O quanto antes a criança for reabilitada, melhor será seu desenvolvimento global e o desenvolvimento da linguagem.


O TESTE DA ORELHINHA NORMAL NÃO É SEGURANÇA DE QUE A AUDIÇÃO DA CRIANÇA SERÁ NORMAL PARA SEMPRE. Outros problemas com o passar do tempo podem levar a perda auditiva. A mãe deve estar sempre atenta ao desenvolvimento da linguagem da criança.
NUNCA É CEDO DEMAIS PARA TESTAR A AUDIÇÃO DE UMA CRIANÇA!